No dia seguinte, dia 16, conversamos melhor. A Eugênia é descendente de Israelitas, tem um filho na África do Sul (mundo globalizado, né?) e aluga os dois quartos extras do apê para estudantes. A outra moça que estava aqui chama Eliane e tb é brasileira. Ela é do Sul e veio pra cá aprender inglês com a cara e com a coragem. Ela tb fala francês e morou um tempo por lá.
Daí a Eugênia me levou até o ponto d ônibus e eu fui até a agência. Aqui na Austrália chama West1. Onde fui encontrar outra Eliane, pra receber umas dicas iniciais sobre as coisas por aqui. Eles chamam de Welcome.
No caminho fui percebendo como as coisas aqui foram inspiradas na Inglaterra: Elisabeth Street, George Street, Liverpool Street, Oxford Street, Victoria Road... E além disso eles vão pela esquerda, que nem o pessoal da Ilha Britânica. Depois eu percebi q eles não curtem muito a Inglaterra, não! Eles zoam com os ingleses que nem a gente zoa com Português. Pelo que eu percebi, a colonização aqui tb gerou essa revolta contra a metrópole. Até entendo o lado deles, mas que é engraçado, isso é.
Chegando lá conheci outros dois irmãos brasileiros que tb iam participar do workshop e foi legal pq já fomos juntos no mercado comprar um adaptador d tomada (as tomadas aqui são bem diferentes), depois fomos abrir conta no banco e comprar um chip australiano para os nossos celulares desbloqueados brasileiros.
Ah, foi ótimo tb pq o Samuel descobriu como ativar a wireless q eu, cabeção, não tinha ativado... hehehe... Falha técnica. Valeu, moço!!
Antes d ir no banco, eu comprei um bananabread, q eu descobri q é bem comum por aqui: é tipo uma torta integral com banana no meio. E o carinha da vendinha, um lugarzinho no meio da rua que parece uma banca d jornal brasileira mais ajeitadinha, me disse “mawa médit”. E eu fiz ele repetir umas três vezes antes d entender que, o q ele queria dizer era que a esposa dele tinha feito a tal tortinha! Ô povo q come as sílabas e junta tudo!
No banco eu perguntei para o atendente se podia entrar comendo e ele respondeu: não, só se vc me der um pedaço. Hehehe... Fomos atendidos por uma moça super simpática q nos contou q tava aprendendo alguma língua nórdica cujas palavras não fariam o menor sentido se fosse traduzidas literalmente. Pois é, bem-vinda ao meu mundo. Hehehe...
E depois fomos comprar o chip australiano, q nos dá ligações e mensagens ilimitadas dentro da operadora, redes sociais livres e mais 450 minutos para outras operadoras e/ou fixos locais durante um mês por 30 dólares australianos. Achei uma boa. O nome é vodaphone.
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